Páginas184

Formato16x23 cm

Papeloffset/couche

Acabamentobrochura

ISBN8587226088

SeloEntrelinhas

TRADIÇÃO E RUPTURA
Cultura e Ambiente Pantaneiros

Efetiva contribuição para reflexões e ações sobre o frágil e complexo universo pantaneiro.
“Destaco três conteúdos que muito me sensibilizaram neste trabalho: o retrato da história, da tradição pantaneira que vem sendo esquecida, mas que traz lições fundamentais à conservação do ambiente, tão enaltecida, mas pouco praticada; o retrato das paisagens pantaneiras, fruto de observação, convivência, e conhecimento do seu funcionamento; e o retrato metodológico da interpretação e cartografia de paisagens, respeitando o conhecimento registrado pela tradição cultural do homem pantaneiro e apontando caminhos em busca das interações entre os meios físico-biótico-socioeconômico que compõem o ambiente.” (Fernando Ximenes de Tavares Salomão, Dr. em Geografia Física pela USP, docente do Departamento de Geologia da UFMT).

“É um trabalho acadêmico acessível a um público diversificado, e uma efetiva contribuição para reflexões e ações, não só governamentais, mas também de todo cidadão que tem a oportunidade de conhecer e conviver com o frágil e complexo universo pantaneiro, povoado pelos homens e seu imaginário, pela natureza e suas exigências de reciprocidade.
Seu objetivo é fazer uma contribuição para o novo campo da Etnoecologia, utilizando os instrumentos da Antropologia interpretativa para dialogar com o conservacionismo ecológico. Ele faz uma reflexão sobre a natureza pantaneira na perspectiva da cultura tradicional, que veio se consolidando desde o início do século XVIII, com a expansão portuguesa sobre os limites com a Espanha.
O conhecimento dos mais velhos, as histórias locais, os relatos antigos podem ser tão ou mais importantes que o conhecimento importado de especialistas, como afirma o autor, em consonância com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). No livro, confirmamos que são as diversidades de formas de ver o mundo que o enriquecem e que o espírito humano fica mais pobre, cada vez que banimos nossas singularidades.”
(Maria Fátima Roberto Machado, Dr.ª em Antropologia Social, pelo Museu Nacional/RJ e docente do Departamento de Antropologia da UFMT)

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LUIZ VICENTE CAMPOS FILHO

É graduado em Zootecnia pela Fazu/MG, com especialização em Antropologia pela UFMT, onde também se titulou mestre em Ecologia e Conservação da Biodiversidade; pesquisador na área de Ecologia e Ambiente e Sociedade.

“O olhar privilegiado de Luiz Vicente vem de sua múltipla aproximação com o objeto estudado. Ele mesmo é um homem pantaneiro, das terras de Pouso Alegre, uma fazenda que é, hoje, um verdadeiro deleite para os turistas nacionais e estrangeiros. Cresceu aprendendo com os peões a lida com o gado, o que se revela na sua escrita etnográfica bastante acentuada, que penetra profundamente nos valores e práticas do universo selecionado. Em seu diálogo franco com o leitor, ele conclui o trabalho com uma postura propositiva, contra a extinção que significa a visão desenvolvimentista de rapinagem para o mercado, em um mundo tão complexo de convivência entre natureza e cultura.” (Maria Fátima Roberto Machado)

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