Páginas144

Formato13 x 20,8 cm

PapelOffset

AcabamentoCosturado

ISBN978-85-7992-119-3

SeloEntrelinhas

CoeditorBrochura

VESTIDA DE PRETO & OUTRA CRÔNICAS

“Vestida de preto & outras crônicas é um livro sobre andanças e observações. Poderia ser de reportagens, se assim o cronista quisesse. Mas Marinaldo olha o mundo com visão aguçada de repórter e ao mesmo tempo dá de ombros aos dogmas do bom jornalismo. Experiente revisor dos principais veículos de Mato Grosso, sabe como poucos identificar o que é notícia. Usa seu faro, no entanto, no rumo oposto, esmiuçando o que não “merece” ser noticiado.

Vejo Marinaldo com frequência, sempre de longe, no centro de Cuiabá, caminhando aparentemente desatento. Mera dissimulação, afinal, como ele mesmo ensina na crônica O Bobão da Roça, “muitas vezes para viver, e às vezes tão somente para sobreviver, um homem tem de lançar mão de estratégias as mais variadas, disfarçar-se e assumir deliberadamente um papel neste grande palco que é o mundo”. A falsa desatenção serve para camuflar o cronista que a tudo observa e conecta o que vê e ouve com os livros já lidos, as músicas já ouvidas e todos os signos do mundo já por ele decifrados.” Lucas Bólico

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MARINALDO CUSTÓDIO

Marinaldo Custódio nasceu em Santa Albertina (SP), localizada no oeste paulista, sempre presente em seus escritos, radicando-se, com seus pais e irmãos, no município de São José dos Quatro Marcos, oeste mato-grossense, em 1980, quando tinha 25 anos.

Em 1989, mudou-se para a capital do estado, Cuiabá, a fim de cursar Letras – Português-Literatura, e dois anos depois entrou para a redação do jornal A_Gazeta, em que passou a publicar artigos e pequenos ensaios, embriões das futuras crônicas.

Em 2010, estreou em livro com Viagens inventadas: crônicas e quase contos, também pela Entrelinhas.
O caminho percorrido para chegar a esta publicação demanda um periodo de seis anos – de 2012, quando foi escrita a primeira (O_Bobão da Roça) até agosto de 2018, quando ganhou forma escrita Meu punk da periferia, um pequeno devaneio com tintas autobiográficas.

Nas curvas do caminho, projeções, cortes. Em 2016 era para sair, com título diverso, tendo 17 crônicas, todas inéditas. Daquelas, dez são aqui aproveitadas. Já na segunda projeção, de meados de 2017, afunilou-se o processo, tanto que o título era muito próximo do que afinal prevaleceu.

Das 25 então selecionadas, 16 são aproveitadas no volume.

Para chegar às 30 desta coletânea (23 inéditas), o autor diz que umas 100 chegaram a ser consideradas.
Enfim, o vestido ganhou seu corte, seu molde.

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