Páginas36

Formato19,5x26,4 cm

Papelcouche

Acabamentocavalete

ISBN8588696282

SeloCentral de Texto

A GATA BANA VISITA O PANTANAL

Preocupada com a preservação do Pantanal mato-grossense, a gata Bana resolve fazer uma grande viagem de reconhecimento, tomando emprestado as botas mágicas do gato do Marquês de Carabá. Assim, parte da Avenida Paulista em direção ao Rio Paraguai, preocupada com essa região, declarada pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade... No trajeto, lágrimas e sorrisos... Uma profusão de sentimentos e encontros no texto de Maria de Lourdes da Silva Ramos e ilustrações do artista plástico João Sebastião da Costa.

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MARIA DE LOURDES DA SILVA RAMOS

Começou ‘no tarde da vida’, como disse a goiana Cora Coralina. Nasce a 20 de agosto de 1924 no casarão de Nhonhô de Manduca (na Rua Barão de Melgaço), em Cuiabá, Mato Grosso. Aos 8 anos muda-se para São Paulo, para onde seu pai, funcionário federal, é transferido. Casa-se em 1946 com Frederico José da Silva Ramos.

Começa a escrever lembranças em 1980, depois da morte da mãe. Publica o primeiro livro, Menina de Cuiabá, em 1983. É o amigo Luiz Ernesto Kawall quem a encaminha à União Brasileira de Escritores (UBE), à qual se afilia. É membro da Ordem Nacional do Escritor (ONE), da Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia (Asbrap) e correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso. Participa do grupo de intelectuais "Pensão Jundiaí", idealizado por Mariazinha Congiglio.

Publicou: Menina de Cuiabá, T.A. Queiroz, 1983; Relembrando os festejos do Senhor Divino, Árvore da Terra, 2000; Um olhar para a Cuiabá de Cláudio e Raimundo Bastos, Buriti, 2002; ‘Tacuru: contando histórias na cozinha’ (prefácio de Hernâni Donato), Entrelinhas, 2010. Participa em antologias pelo grupo "Pensão Jundiaí": ‘Pensionistas I, II e III’, e outras de contos, ‘O buquê e o sonho’ Lume, 1991; ‘O porquê do buquê’, 1991.

JOÃO SEBASTIÃO DA COSTA - ilustrador

(Cuiabá, MT, 1949)
É pintor e desenhista com importante contribuição às artes plásticas em Mato Grosso. "João Sebastião encontrou e desenvolveu amplo temário emblemático do universo mato-grossense, fundamental para a definição e afirmação de valores da cultura popular da região [...]. Bandeiras de santo, reis festeiros, lendas, onças e cajus, o sincretismo religioso, o telurismo nas cores tropicais, a intemporalidade das composições barrocas revelaram, sobretudo, uma versão cabocla de um sentimento antropofágico." (in Retina Pagã, 2005 – catálogo de exposição)

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